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Outra Guerra do Fim do Mundo

Romance de Alexandre Santos
ISBN 978-65-997630-3-8
SINOPSE
Outra Guerra do Fim do Mundo, de Alexandre Santos, é um romance distópico que combina ficção científica, sátira política e reflexão social. Ambientada cerca de um século após uma pandemia devastadora, a narrativa apresenta uma humanidade dividida entre duas sociedades antagônicas: a República Democrática dos Jardins, fundada na ciência, na solidariedade e na cooperação; e a Federação das Terras do PontoUm, marcada pelo egoísmo, pelo negacionismo científico, pela miséria e por uma estrutura quase feudal.Nos Jardins, a população desfruta de prosperidade, avanço tecnológico e serviços públicos eficientes. Florville, a capital futurista, simboliza essa civilização organizada. O PontoUm, por sua vez, é dominado por uma aristocracia improvisada, cujos nobres disputam terras, riquezas e poder. Entre eles está o ambicioso conde Balthazar DanteGaudêncio, que sonha conquistar um território próprio e ascender ao comando político.
Ciente de que o PontoUm não poderia vencer os Jardins numa guerra convencional, Balthazar planeja uma invasão assimétrica. Ele atravessa a fronteira com uma pequena tropa de mercenários e divide suas forças. Uma coluna, comandada pelo baronete SouzaRicardo, avança em direção a Florville para desviar a atenção das forças de defesa. Enquanto isso, Balthazar segue secretamente para São Cristóbal, capital da província de Los Pardos, onde procura explorar antigas tensões separatistas.
Em São Cristóbal, o conde aproxima-se do Movimento Los Pardos Livre, organização que no passado defendera a independência da região. Ocultando sua verdadeira identidade e suas intenções, ele convence os militantes a retomar a luta contra o governo central. Aos poucos, infiltra-se na organização, conquista a confiança de seus líderes e assume o comando militar do movimento.
A principal arma dos invasores é o PhatsGou, uma substância contaminada por um vírus desconhecido e extremamente letal, posteriormente denominado VDFM-1, ou “Vírus do Fim do Mundo”. O agente biológico havia sido produzido no PontoUm a partir de secreções de doentes expostos a sucessivas epidemias. Seus habitantes, sobreviventes de gerações de contaminações, desenvolveram certa resistência natural; os cidadãos dos Jardins, porém, não possuíam imunidade contra ele.
Sem receber novas ordens, SouzaRicardo abre a carga que lhe fora confiada e descobre as ampolas do PhatsGou. Ao testar a substância em frequentadores de um bar na região dos ancoradouros de Florville, provoca as primeiras mortes e desencadeia uma epidemia. Depois, acompanhado pelo mercenário Armênio Xisto, espalha o patógeno em outros pontos da capital e segue para ProppaMáxima, onde realiza novos ataques.
Ao saber do início da epidemia, Balthazar percebe que sua arma funciona e antecipa seus planos. Com o apoio de militantes do MLPL e dos mercenários trazidos do PontoUm, organiza ataques simultâneos a estações ferroviárias, aeroportos, hospitais, centros comerciais, sistemas de metrô e redes de abastecimento de água. A doença espalha-se rapidamente por diferentes províncias, levando os Jardins a decretar o Estado de Comoção Social, instituir lockdowns e mobilizar seu aparato científico e militar.
A investigação é conduzida pela professora Elena Rúbia, presidente do Conselho Geral de Inteligência, e pelo Mestre das Chaves Carlos Junqueira Castro. Seguindo os rastros dos primeiros contaminados, Carlos descobre a ligação entre o surto, os invasores do PontoUm e os integrantes do MLPL. Os investigadores identificam o PhatsGou como veículo inicial do vírus, capturam vários terroristas e desarticulam as principais células responsáveis pelos ataques. O antigo líder separatista CidBoy, que poderia colaborar com as autoridades, é assassinado por Balthazar para impedir que revele informações.
Enquanto as forças de segurança combatem os responsáveis pelos atentados, a epidemia cresce de maneira devastadora. Hospitais e cemitérios ficam sobrecarregados, milhares de pessoas morrem e o governo teme o desaparecimento da população dos Jardins. Em um pesadelo vivido pelo presidente SantaClara Penalva, o país sucumbe ao vírus, seus principais dirigentes morrem e Balthazar assume o poder. A visão funciona como advertência moral contra a soberba de uma sociedade que, apesar de cientificamente avançada, acreditava compreender e controlar todos os riscos.
A esperança surge quando o general Luccas Zucchero obtém, com a ajuda do presidente do PontoUm, Neostavis MontBlanc Strauss, amostras de sangue dos habitantes daquele país. Os cientistas liderados pelo infectologista Eurípedes Peixe descobrem nelas um componente capaz de reagir ao VDFM-1. Batizado de SDM, “Salvação do Mundo”, o agente torna possível desenvolver uma vacina e medicamentos contra a infecção.
O governo organiza então uma gigantesca operação nacional. A vacina é distribuída pelas estações de tratamento de água, permitindo a imunização em massa, enquanto os medicamentos chegam aos infectados por meio da rede postal e dos serviços de saúde. Gradualmente, os novos casos desaparecem, os pacientes começam a se recuperar e a epidemia é finalmente derrotada.
A vitória, contudo, não elimina completamente a ameaça. Balthazar, SouzaRicardo, Armênio Xisto e alguns sobreviventes permanecem escondidos entre a população, aguardando uma oportunidade para agir novamente. Ainda assim, os Jardins celebram o fim da crise com homenagens aos mortos e aos profissionais que combateram o vírus. O presidente Neostavis também é reconhecido por sua contribuição decisiva, e o episódio abre caminho para uma possível aproximação entre os dois países.
O romance encerra-se com uma grande festa popular, símbolo de sobrevivência e renovação. Sua mensagem central supera a oposição simplista entre ciência e ignorância: embora a ciência seja indispensável para salvar vidas, nenhuma sociedade é completamente autossuficiente. Os Jardins só vencem quando reconhecem que até o povo desprezado do PontoUm possui algo a ensinar. Assim, a obra defende a solidariedade, a humildade e a cooperação como fundamentos da sobrevivência humana, lembrando que ninguém é tão sábio que nada tenha a aprender, nem tão desprovido que nada possa oferecer.
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Armagedom

Ao longo da história, muitos líderes (especialmente aqueles de natureza religiosa) vêm especulando sobre o fim dos tempos – se perguntam sobre quando e como a Humanidade será extinta. Este é o tema do romance ‘Armagedom’, de Alexandre Santos, cujo texto trata da eterna luta do bem contra o mal, na perspectiva do livro do Apocalipse. Como nos escritos antigos – que associam o fim dos tempos a grandes pecados e apontam sinais do cataclismo final -, ‘Armagedom’ registra o tsunami de 2004, o surgimento da AIDS, a presença de grandes nuvens de gafanhotos no sul do Brasil, tempestades de areia saariana no México, a pandemia de coronavírus, aumento da fome e da violência como alguns dos sinais da aproximação do Juízo Final e conta uma grande aventura com o propósito de evitar o cumprimento das profecias de João. ‘Armagedom’ é um livro ousado e desnuda alguns dos frequentes pecados que, embora graves, vêm sendo cometidos de forma impune e, se não contidos à tempo, poderão levar a Humanidade à barbárie terminal. Não é livro para fracos de espírito. Recife: Edições Moinho, 2023. ISBN: 9786599763021
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O SONHO DE CLARA

O Brasil dos nossos sonhos. Escrito na perspectiva de Rafael Hitlodeu, quando descreveu ‘Utopia’, de Thomas More, ‘O sonho de Clara’ é contextualizado no cenário possibilitado pela destituição das forças golpistas, retomada da normalidade política e crescimento econômico impulsionado pela Solieska. Podendo sempre recorrer às alegorias e, em último caso, lançar mão da liberdade poética salvadora, a ficção serve para tudo, inclusive para descrever sonhos e esperança, como fizeram Platão, em ‘A República’, Tommaso Canpanella, em ‘A Cidade do Sol’, B. F. Skinner, em ‘Walden 2’, e Thomas Morus, em ‘Utopia’. Recife: Edições Moinho, 2021.
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Canal Arte Agora – um projeto bem sucedido
Com ares de relatório, em linhas gerais, ‘Canal Arte Agora – um projeto bem sucedido’ conta o primeiro ano de funcionamento do Canal Arte Agora – o canal criado no ano 2020 pela Câmara Brasileira de Desenvolvimento Cultural no YouTube como forma de minimizar o marasmo provocado no mundo cultural pelo distanciamento exigido nos protocolos sanitários aplicáveis ao convívio e enfrentamento da pandemia de Coronavírus.
‘ARTE AGORA – um projeto bem sucedido’ pode ser adquirido através do Amazon.com
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Teoria do Valor
Apresentação do modelo solidarista de formação do valor dos bens econômicos e das riquezas decorrentes. Recife: FUNDARPE, 1994.
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O moinho
Romance que trata da eterna luta pelo poder, num quadro marcado pela globalização. Recife: Bagaço, 2001. Edição em Espanhol: El molino. Havana: Editorial Arte y Literatura, 2007. ‘O moinho’ foi o grande vencedor do prêmio ‘Vânia Souto Carvalho’ no concurso nacional de 2006.
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Baltimore
‘Baltimore’ é uma novela ambientada no Brasil no início do século 21, que conta a história da preparação e implementação de um plano para tomada do poder político no país, com o objetivo de desbancar e destruir o humanismo como opção política e eleitoral, substituindo-a por esquemas simpáticos ao liberalismo e, também, a parceiros estrangeiros. Nos termos colocados por José Américo de Almeida, o romance trata uma conspiração internacional articulada pelo IMAE para o controle econômico e político dos países emergentes, tendo o Brasil como alvo principal. ISBN: 9781658630276. Recife: Edições Moinho, 2018.
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Árchias
O romance narra a tentativa de resgate de Árchias, inicialmente aprisionado na prisão de Malasartes Doo e, depois, da Cidade dos Homens. O livro denuncia o efeito dos mecanismos de controle social e questiona valores culturais (aparentemente, incontestáveis) da história ocidental através de uma abordagem revolucionária da questão da ‘salvação da humanidade’ sob o prisma da dualidade Céu e Inferno. Recife: Edições Moinho, 2016.
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O livro dos livros
O romance narra o embate de grupos que se digladiam em torno de um plano para a conquista completa da humanidade a partir de um mecanismo de controle social baseado no funcionamento de uma Igreja criada com base em pesquisa sobre as características que os homens esperam de Deus, consolidadas num compêndio chamado ‘O livro dos livros’. Recife: Edições Moinho, 2015.
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Maldição e fé
Maldição e fé’ narra a ação simultânea de uma missão exorcista, da Visitação do Santo Ofício e da equipe precursora da invasão holandesa do Nordeste do Brasil no início do século XVII, levantando questionamentos sobre a história oficial do País, sobre a honorabilidade da incipiente aristocracia colonial e sobre a solidez da fé dos delegados da Igreja Católica, abrindo novo caminho para o repensar de alguns dos fundamentos basilares da cultura ocidental. Recife: Bagaço, 2011.
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Outros contos
Em trinta textos, ‘Outros contos’ dá um sobrevoo sobre a obra de Alexandre Santos em fragmentos que percorrem desde a comédia picante até a fantasia sem noção, passando pela sutil crítica social e política. É um livro para fazer rir, mas, também, fazer pensar. Recife: Edições Moinho, 2018.
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O dossiê de Gustaff
‘O dossiê de Gustaff’ é uma coletânea de contos que, submetidos a amplo tratamento editoria, poderiam compor ‘O livros dos livros’ tratado no romance homônimo. Recife: Edições Moinho, 2015.
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Um livro de contos
‘Um livro de contos’ reúne 22 contos, entre os quais ‘A iniciação de Veridiana’, que choca a muitos, especialmente os mais religiosos e puritanos. Em contraponto, os demais contam histórias de amor e paixão, com incursões no romantismo, comédia e na crítica social. Recife: Bagaço, 2010
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Raízes
O ensaio que aborda uma sequência de episódios ligados, direta ou indiretamente, com a operação de invasão e ocupação do Nordeste brasileiro no início do século XVII por forças mercenárias multinacionais da Companhia das Índias Ocidentais – um importante fato esmaecido pelo tempo e pelo truncamento das informações. Recife: Bagaço, 2011.
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G’Dausbbah
‘G’Dausbbah reúne poemas de Alexandre Santos e ilustrações de Wilton de Souza, com análise crítica do professor Bezerra de Lemos, prefácio do acadêmico Olímpio Bonald Neto e posfácio do acadêmico Lúcio Ferreira, além da partitura da Ode a Gomb. Recife: Bagaço, 2008.
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