Alexandre Santos é engenheiro e escritor. Preside a Associação Brasileira de Engenheiros Escritores, presidiu o Clube de Engenharia de Pernambuco e a União Brasileira de Escritores e faz a coordenação nacional da Câmara Brasileira de Desenvolvimento Cultural. Autor premiado com livros publicados no Brasil e no exterior, Alexandre é o editor geral do semanário cultural ‘A voz do escritor’ e diretor-geral do canal ‘Arte Agora’.

Candidatura de Flávio Bolsonaro se dissolve em fumaça fétida. Está no ar a nova edição de A VOZ

No domingo, dia 24 de maio de março de 2026, a Câmara Brasileira de Desenvolvimento Cultural disponibilizou em sua página na Internet a nova edição do semanário A Voz do Escritor, com notícias de interesse do mundo cultural, com destaque para a apresentação do Curso de Extensão ‘Engenharia Nacional: Desenhando o futuro do Brasil’ em…

O exército de farsantes

Com sérios problemas de cognição, sem cultura e desprovido de maiores conhecimentos (como a maioria esmagadora dos seus parceiros), o pobre-de-direita estava satisfeito porque, depois de muito assistir aos programas recomendados pelo pastor, aprendera a se esquivar de discussões políticas complexas, bastando recorrer a fórmulas baseadas em perguntas simples e de poucas palavras. Com efeito,…

A tentação

Divulgada a relação dos jogadores integrantes da base de onde vai sair a seleção brasileira de futebol é natural que, de agora até o fim do torneio, a mídia sature a sociedade com noticiário referente a Copa do Mundo, bombardeando-a com propagandas baseadas no reino da bola. Naturalmente, na esteira do frisson, publicitário vem o…

Arquivo exposto

Um velho provérbio popular afirma que ‘o brasileiro só fecha a porta depois de roubado’. A transferência de Daniel Vorcaro para uma cela comum da Polícia Federal, no entanto, prova que, às vezes, nem depois do roubo ele toma as devidas precauções (ou, pior, mantém a porta aberta em conivência com o ladrão). Vamos melhor…

O lado de lá

As pessoas têm lado. Mesmo aquelas [pessoas] permanentemente ‘em cima do muro’ tem um lado – o lado dos indecisos, dos amorfos, dos inodoros, dos incolores, dos insípidos, dos insondáveis, enfim o lado dos mortos-vivos. De toda a sorte, sem a necessidade de maiores estudos, cada lado é caracterizado pela soma dos jeitos-de-ser de cada…