Alexandre Santos é engenheiro e escritor. Preside a Associação Brasileira de Engenheiros Escritores, presidiu o Clube de Engenharia de Pernambuco e a União Brasileira de Escritores e faz a coordenação nacional da Câmara Brasileira de Desenvolvimento Cultural. Autor premiado com livros publicados no Brasil e no exterior, Alexandre é o editor geral do semanário cultural ‘A voz do escritor’ e diretor-geral do canal ‘Arte Agora’.

Ingratidão com Maduro

Elevando o pragmatismo à condição de eixo central das decisões e, consequentemente, negando prioridade ao chamado princípio da ‘solidariedade entre as Nações’, os diplomatas costumam dizer que ‘entre países não há amizades e só os interesses devem guiar as relações internacionais’. Para estes, pouco valem as afinidades políticas e culturais, importando apenas a densidade do…

Xô Xis

No sábado, dia 17 de agosto de 2024, em franca demonstração de que, além de ser incompatível com ambientes regidos por regras e leis, também tem na mentira e nas fakesnews os seus instrumentos de trabalho preferidos, o oligarca bilionário e líder da extrema-direita mundial Elon Musk fechou o escritório da rede social X (antigo…

Arte Agora esteia programa sobre astrologia. Está no ar a nova edição de A VOZ DO ESCRITOR

No domingo, dia 18 de agosto de 2024, a Câmara Brasileira de Desenvolvimento Cultural disponibilizou em sua página na Internet a nova edição do semanário a Voz do Escritor, com notícias de interesse do mundo cultural, com destaque para estreia da série Jornada Astral no canal Arte Agora, anúncio do começo da série ‘Acessibilidade e…

Engenheiros democratas e progressistas votam em Francis Bogossian

Como bem alertou Martin Niemöller no poema ‘E não sobrou ninguém’, a hora é de união. De fato, um soslaio pela história recentíssima mostra o perigoso avanço da extrema-direita sobre órgãos de representação coletiva da sociedade civil. Primeiro, investiram sobre os conselhos tutelares, depois sobre as instâncias federal e regional dos conselhos de engenharia e…

É hora de fazer Justiça

Rui Barbosa ensinou que ‘justiça tardia é injustiça’, mas injustiça maior é nunca fazer justiça. Pensando assim, a Justiça clama por uma ação permanente que busque reparar as injustiças cometidas, especialmente, pelo Estado brasileiro (e são muitas) ao longo da história – seja reparando crimes coletivos como aqueles contra as populações indígenas e as comunidades…