3ª feira, 21 de julho de 2026
Fruto de carga genética extremamente pesada, o filho 01 de Jair Bolsonaro (assim como todos os outros) é personagem ardiloso pleno de malandragens, traquinagens, espertezas, mau-caratismos e mal intenções.
Com efeito, não se conhece qualquer episódio marcado pela presença de Flávio Bolsonaro que não tenha cheiro de rachadinha, de ameaça de ‘estancar’ alguém, de envolvimento com algum sicário, de ritmo de chantagem, de embalo por mentiras e fakenews.
A história recente do Brasil mostra que onde quer que Flávio Bolsonaro esteja, estará alguma coisa que beira o crime ou já tenha sido tipificado no código penal.
Agora vem a notícia de que Flávio Bolsonaro – líder em exercício do Bolsonarismo, senador da república pelo partido liberal do Rio de Janeiro, mentor da milícia carioca, parceiro da maioria dos bandidos em ação na política brasileira, mermão de Daniel Vorcaro e candidato presidencial da extrema-direita – dispensou a escolta dada pela Polícia Federal, optando pela proteção da polícia legislativa e de serviços privados de segurança.
Não é necessária a mobilização de muitos neurônios para se concluir que esta decisão cumpre algum objetivo escuso.
Uns dizem estar em curso o planejamento de farsa que o diga vítima de atentado político.
Outros dizem que, com a decisão, Flávio Bolsonaro quer ficar longe dos olhos atentos da Polícia Federal para poder manter encontros com sua patota sem testemunhas embaraçosas.
Outros, ainda, dizem que Flávio Bolsonaro precisa de liberdade para, no momento certo, empreender a fuga para o exterior.
Quem sabe? Pode ser qualquer coisa. Sabe-se apenas que, ao dispensar a segurança da Policia Federal, Flávio Bolsonaro não está com coisa boa na cabeça…
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