3ª feira, 22 de setembro de 2026
Junto com outras escolhas, a eleição presidencial de 2026 significa a opção que mantém o Brasil como país na independente ou se o retroage à condição de colônia, tendo como metrópole os Estados Unidos.
Com efeito, pouco importando o discurso circunstancial, a grande proposta de Flávio Bolsonaro é subordinar o Brasil ao governo dos Estados Unidos, transformando-o numa espécie de grande PortoRico.
Naturalmente, se eleito fosse, rebaixado do cargo de presidente da república para o posto de ‘governador-geral’ (no regime colonial é assim), garantida a obediência econômica e diplomática à Casa Branca, Flávio Bolsonaro poderia reprisar o passado e fazer o governo (ou desgoverno, conforme queiram) inspirado naquele feito pelo pai Jair, desmontando o aparato social de apoio à população, anulando as medidas para reforço da massa salarial e de fortalecimento do mercado interno, brecando os projetos de modernização das Forças Armadas para guarnecer as fronteiras e proteger a soberania do país, estancando os esforços altivos de expansão econômica, abandonando a diplomacia que busca o multilateralismo, enfim fazendo como diz o próprio Flavio Bolsonaro ‘tudo ao contrário do Lula.
Assim, votar em Flávio Bolsonaro significa, não só optar pelo Brasil Colônia dos Estados Unidos, mas, também, optar por um país atrasado e parado no tempo.
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