5ª feira, 24 de setembro de 2026
É preciso melhorar a qualidade dos parlamentares brasileiros – os quais, para o bem do pais e da sociedade, não podem constituir um colégio merecedor da alcunha ‘Congresso Inimigo do Povo’ (isto vale para as Assembleias Legislativas e para as Câmaras Municipais).
Naturalmente, para aqueles que julgam Flavio Bolsonaro merecedor da presidência da republica, qualquer pessoa pode ser senador, deputado federal, deputado estadual, vereador, governador e prefeito – ladrões, corruptos, tarados, espertalhões, entreguistas, colaboracionistas, egoístas, milicianos, sonegadores e bandidos de todas as categorias.
Afinal de contas, é com o beneplácito de gente como Flávio Bolsonaro que se instalam os ‘congressos inimigos do povo’ – camarilhas nas quais atuam políticos cujo desejo único é usar o mandato para fazer negócios para ‘se dar bem’.
Aliás, neste tipo de ‘congresso inimigo de povo’, ao contrário de propostas como o fim da jornada 6×1, prosperam ideias como a blindagem juridica dos políticos e o uso de orçamentos secretos e de emendas parlamentares para desvio do dinheiro público.
Ocupando uma outra face da politica, estão as pessoas preocupadas com a seriedade, eficácia e pertinência social e economica da atividade publica.
Para estas, ao contrário da irresponsabilidade que marca os eleitores de Flavio Bolsonaro, a escolha dos candidatos é uma coisa muito séria e deve excluir aqueles sem preparo moral e, sobretudo, sem vocação para o ‘servir ao publico’.
Sempre atento para o fato de que, por melhores que sejam os projetos e as intenções, sem o apoio do poder legislativo, o governante estará de mãos atadas, o eleitor consciente deve votar em gente séria.
Nesta perspectiva, como os candidatos não ostentam um carimbo que atestem a sua lisura politica, há formulas práticas para ‘separar o joio do trigo’ de modo a melhor orientar o voto: a primeira é rejeitar qualquer candidato que não peça votos para Lula; a segunda é verificar a vida pregressa do candidato e rejeitar todo aquele cujo passado seja marcado pela falta de apoio a projetos de interesse popular.
Ainda há uma formula simples de bem escolher o candidato a partir do seu numero: só votar em candidato cujo némero comece com 13, 50, 65, 12, 40, 16, 21, 29, 18, 80. Os demais partidos podem levar a péssimas escolhas.
Uma coisa é certa. É preciso melhorar a qualidade dos políticos brasileiros. O Brasil merece coisa melhor do que um ‘congresso inimigo do povo’,
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