Santa Catarina não é apenas o Estado onde brutalmente foi assassinado o cachorro Orelha.
É também o Estado onde a banda Direita do espectro político domina corações e mentes, tendo se notabilizado por produzir gente como o senador Esperidião Amim (que carrega no currículo o fato de ter sido o único a votar contra o PL que estabelecia uma renda universal mínima no Brasil) e por prometer colocar Carlos Carluxo Bolsonaro no Senado.
Agora, no último dia 22, o governador Jorginho Mello (que, um dia, propôs a secessão do Sul para ‘livrar a região do restante do País e já afirmou ser Santa Catarina o melhor Estado do País por nunca ter sido governado pelo PT) sancionou uma lei estadual que veda a adoção de cotas em instituições públicas de ensino superior que recebam verbas públicas no Estado de Santa Catarina, fazendo a festa dos supremacistas catarinenses, especialmente do deputado nazista Alex Brasil.
Como não poderia deixar de ser, houve protestos e a lei que recebeu o número 19.722/26 foi contestada na Justiça, onde foi suspensa por decisão liminar do Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC).
Vale destacar o primor nazista da defesa feita pela pela Procuradoria-Geral do governo de Jorginho Mello junto ao Supremo Tribunal Federal (STF), onde alegou a singularidade racial do Estado, com predominância racial dos brancos, que representam 81,5% da população.
Um absurdo!!!
Não seria hora de o Brasil lembrar àqueles supremacistas brancos que a lei do país considerar o racismo um crime gravíssimo.
Abaixo a lei racista de Santa Catarina!
Fora Jorginho Mello!
Fora nazistas filhos da puta!
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