5ª feira, 05 de novembro de 2026
No memorável domingo, dia 25 de outubro de 2026, 64.256.232 eleitores brasileiros foram às urnas para derrotar Flávio Bolsonaro e a proposta por ele defendida.
Naquele momento, alto e bom som, o povo brasileiro gritou que não queria sofrer as iniquidades implícitas no ‘Plano Brasil de Amanhã’ urdido pelo conluio FariaLima-CNI-CNA-FIESP e colocado no papel por uma patota integrada por gente como Paulo Guedes, Adolfo Sachsida e Daniela Marques.
Ao invés de ajuste fiscal, cortes orçamentários e eliminação de programas sociais, o povo brasileiro escolheu a política desenvolvimentista proposta por Lula e que manterá o País no rumo do crescimento econômico, da promoção do Bem-estar social e da luta pela soberania nacional.
Mas, golpista por natureza, pouco ligando para o resultado das eleições, a turma que anima a Direita e financia a extrema-direita quer empurrar o ‘Brasil de Amanhã’ goela abaixo do País (como se a proposta tivesse sido a vencedora das eleições).
Com efeito, ameaçando a sociedade com expressivo portfólio de invenções – inclusive (pasme!) ‘um caos econômico’ eu necessariamente adviria da adoção da política desenvolvimentista vencedora das eleições -, usando a voz alugada de ‘experts’ e de jornalistas formadores de opinião, as elites financeiras insistem na reapresentação de teses derrotadas, como a necessidade de ajustes fiscais e restrição aos programas sociais para constranger e pautar o governo eleito.
É nesta perspectiva que deve ser compreendida a decisão tomada ontem pelo Comitê de Política Monetária (Copom) de interromper a tendência de queda da Taxa Selic Meta, mantendo-a em 13,75% a.a.
Assim, decidido a se alinhar às forças golpistas, ao fixar uma taxa de juros adequada ao imobilismo pretendido pelas elites o Banco Central fez a sua parte no projeto proposto no ‘Brasil de Amanhã’.
Graças à firmeza da banda pensante da sociedade e à consciência popular de que fez uma escolha pelo crescimento, bem-estar e soberania ao reeleger Lula, o governo brasileiro conta com o respaldo necessário para resistir às pressões golpistas e repudiar o ‘Brasil de Amanhã’.
De qualquer forma, se for necessário, o Exército do Lula poderá entrar em ação para recolocar as elites na oposição onde foi colocada pelas eleições.
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