Domingo, 08 de novembro de 2026
Chegou o grande dia. Após consultas aos partidos representados no Knesset, com o sinal verde de 67 deputados, o presidente Isaac Herzog deu um chute na bunda do genocida Benjamin Netanyahu (que só obteve 46 indicações) e pediu para o ex-comandante das Forças Armadas e líder do partido Yashar Gadi Eisenkot tentar formar o novo governo de Israel (com apoio dos partidos árabes, ele terá 28 dias para obter o apoio formal de 61 deputados).
Na forma da lei de Israel, a era de Benjamim Netanyahu, o genocida, o corrupto, o bandido, o cruel, o perverso, o assassino, o mau, o malvado, o filho-da-puta, chegou ao fim.
Agora, desgarrado na planície, confinado ao seu próprio quintal – pois, se viajar ao exterior, corre o risco de ser preso por crimes contra a Humanidade pelo Tribunal Penal Internacional (TPI) -, Benjamim Netanyahu vai enfrentar os diversos processos que o acusam de corrupção e, provavelmente vai ser condenado à prisão.
De qualquer forma, assim como fizeram alguns dos grandes bandidos brasileiros, Benjamim Netanyahu pode fugir para se refugiar nos Estados Unidos (país que vem se constituindo num tipo de ‘paraíso de criminosos do colarinho branco’).
Bye Bye, Bibi.
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