Domingo, 25 de outubro de 2026
Como previsto por muitos analistas, confirmando a imensa superioridade politica sobre o clã Bolsonaro, Lula venceu o segundo turno das eleições presidenciais no Brasil encerrado há poucos instantes, colocando uma diferença de mais de quatro milhões de votos sobre Flávio Bolsonaro.
Mais do que um mero insucesso politico, a derrota acachapante de Flávio Bolsonaro o coloca em situação difícil.
Com efeito, muita gente não sabe ou finge não saber, mas – além dos emblemáticos casos das rachadinhas, da ilha de Richarlisson, do Rolex recebido em bacanal no lago Paranoá da turma da vacina Covaxim, dos estranhos contratos firmados pelo seu escritório (que, segundo dizem, é especializado na venda de serviços parlamentares, lobby e advocacia administrativa), das propinas recebidas de Daniel Vorcaro, das parcerias firmadas com o pessoal das milícias, do Comando Vermelho e do PCC, da sociedade na BestBet 2 muitos outros – Flávio Bolsonaro já é investigado formalmente no Supremo Tribunal Federal (STF) em inquéritos sobre o financiamento do filme Dark Horse (que apura suspeitas de irregularidades, lavagem de dinheiro e evasão de divisas) e [no Inquérito] sobre suas ligações e movimentações financeiras com Willer Tomaz (que apura o crime de lavagem de dinheiro).
São tantos e volumosos crimes, que, por baixo, caso condenado, Flávio Bolsonaro amargará pelo menos uns trinta anos de cadeia. Muita gente afirma, inclusive, que o medo da inevitável prisão foi a principal razão do empenho como Flávio se aplicou na campanha.
Afinal de contas, sem mandato e, consequentemente, sem o foro privilegiado, uma vez na planície, Flávio Bolsonaro estará ao alcance da Justiça e seguramente será condenado a pagar pelos inúmeros crimes já cometidos na vida.
Não foi sem razão, portanto, que, há dois dias, antevéspera do segundo turno das eleições presidenciais, sabendo do rigor como alguns setores da justiça brasileira trata o andar-de-cima da bandidagem e, igualmente, [sabendo] das estripulias ilegais do irmão 01, em declaração ao comentarista político Steven Crowder no programa ‘Louder with Crowder’, o ex-deputado federal e foragido entreguista Eduardo Bolsonaro recomendou que Flávio Bolsonaro fuja do Brasil e, como ele próprio, se refugie nos Estados Unidos.
Aliás, dizem que o faniquito antidemocrático apresentado há pouco por Flávio Bolsonaro, quando chegou a pedir a anulação das eleições, é apenas um jogo de cena para encobrir a sua fuga do Brasil.
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