No dia 07 de abril de 2026, em claríssima demonstração de insanidade irresponsável, Donald Trump ameaçou o povo iraniano com o Juízo Final.
Nos últimos momentos da contagem regressiva para instalação do Armagedom, provavelmente alertado pela China sobre as (in)consequências do seu ato, Trump recuou e, embora não tenha admitido a derrota militar dos Estados Unidos naquele confronto, aceitou os 10 pontos da ‘proposta de paz’ apresentada pelo Irã através do governo do Paquistão. Pronto!
Superada a fase mais difícil da negociação e, com o nítido objetivo de livrar Israel dos embarráveis mísseis hipersônicos da Guarda Revolucionária do Irã, o governo de Benjamin Netanyahu se apressou em anunciar adesão ao acordo.
Acontece que, como filho da puta que é, julgando-se dispensado de se proteger dos poderosos mísseis Fattah-1, Benjamin Netanyahu voltou a fazer aquilo que mais gosta: atacar populações civis, espalhando morte, dores e sofrimentos pelos indefesos, sem poupar velhos, deficientes, incapazes, mulheres, gestantes, nutrizes, adolescentes, crianças, bebês de colo.
Com efeito, dizendo-se livre para matar (pois, no seu entender, o acordo com o Irã não se estendia ao Líbano), tratou de insuflar seus cães de guerra contra a população libanesa e, numa blitzkrieg similar àquelas empreendidas pelos nazistas, numa sangrenta operação dita ‘contra o Hezbollah’, em apenas 10 minutos de ataque, lançou 160 mísseis contra alvos civis, resultando na morte de 300 pessoas e ferimentos graves em outras 1.100.
A sanha terrorista do Estado de Israel foi tão brutal que, com medo do retorno do Irã ao campo de batalha, Donald Trump pediu calma ao genocida Benjamim Netanyahu.
Não tem jeito, Tabata.
Sob o governo do sanguinário Netanyahu, Israel merece todas as reprimendas possíveis. E, talvez, a única forma de conter o ímpeto genocida do atual governo de Israel seja a explosão dos Fattah-1 no seu quintal.
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