Neste mundo conturbado de hoje, Donald Trump é uma das raras unanimidades, pois ninguém, absolutamente ninguém, gosta dele.
Com efeito, não são apenas os russos, os chineses, os brasileiros, os iranianos, os venezuelanos, os europeus, os africanos, os orientais, os sulamericanos, os mexicanos, os canadenses, os dinamarqueses, os norte-coreanos, os sul-africanos, os portugueses, os imigrantes, os índios, os católicos, os não-católicos, os homens sérios, o Papa, o Rei do Lesoto, os tupiniquins, os marajoaras, os persas, os árabes, os babalorixás e o resto da turma. Todos odeiam Trump.
Nesta lista estão, claro, os estadunidenses, que não aguentam mais passar tanta vergonha. Ontem, milhões de pessoas foram às ruas em quase 3.500 atos da campanha ‘No kings’, levada adiante nos Estados Unidos contra o galego pedófilo, assassino, sequestrador e ladrão Donald Trump.
Foi um momento lindo. Todos unidos esbravejando e lançando pragas e maldições contra ele – uns lhe desejavam dores de dente e de coluna, outros lhe desejavam muitas injeções de Benzetacil no busanfam, outros lhe desejam um encontro cara-a-cara com o aiatolá Ali Khamenei, outros só faziam gritar para destilar a raiva acumulada nestes tempos.
Uma visão panorâmica do mundo mostra que quem não gosta de Donald Trump não está só. Neste ponto, os aiatolás têm razão.
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