6ª feira, 23 de outubro de 2026
Na brincadeira do ‘quem é’ jogada pela turma da jardim da infância, a professora começou a lançar pistas:
ele livrou-se da investigação das ‘rachadinhas’ porque o então ministro da justiça e atual vice-presidente do TSE mandou a Polícia Federal parar o trabalho;
foi pilhado pedindo propina a um banqueiro corrupto; em suruba durante a pandemia ganhou relógio de ouro quando discutia um rá-rá na venda de vacinas ao governo;
é sócio oculto numa bet ilegal; pediu para os Estados Unidos aplicarem embargos ao Brasil;
prometeu entregar as riquezas do País aos Estados Unidos;
prometeu incluir um indicado da Casa Branca na sua eventual equipe de transição de governo;
preparou um corte de R$ 250 bilhões originalmente destinados aos principais programas sociais do governo;
quer privatizar a Petrobras, o Banco do Brasil, a Caixa Econômica Federal e parte do SUS;
quer escancarar a economia brasileira aos Estados Unidos; quer tirar o Brasil dos BRICS;
comprou várias casas com dinheiro vivo recebido da corrupção;
é amigo dos principais líderes da milícia, do Comando Vermelho e do PCC;
é sócio e patrão de um bandido chamado Willer Tomaz;
usa sua própria resistência com sede do escritório de advocacia especializado na venda de serviços de lobby;
tem escritório vizinho ao Careca do INSS, com quem compartilha muitas coisas;
é filho, irmão e enteado de bandidos corruptos;
votou contra a licença-maternidade das mulheres;
viabilizou a soltura do assassino de crianças.
A professora se preparava para dar novas pistas, um aluno levantou a mão e, com a candura própria das crianças, disse: “Esse é o filho da puta do filho do genocida e ladrão Jair Bolsonaro, que pensa que o povo é burro e quer tomar o lugar de Lula, o presidente que mais fez pelo Brasil e pelo povo brasileiro”.
Dito isto, a meninada explodiu em coro: Ole-Ole-Ole-Olá Lulá! Lulá!
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