Domingo, 11 de outubro de 2026
Diante da enormidade do absurdo representado pela escolha de Flávio Bolsonaro para a presidência de um país, o estudo daqueles que o escolhem e dos motivos que os levam a tamanha asneira ganha relevância, especialmente para os cientistas debruçados sobre temas relacionados a sociologia e psiquiatria das massas e inconsequências decorrentes do egoísmo, da ignorância política, dos problemas de cognição e da irresponsabilidade social.
Os primeiros estudos indicam que só uns poucos (muito poucos) se beneficiariam com a eleição de Flávio Bolsonaro, a maioria dos seus eleitores é formada por gente o apoia apesar das tristes consequências da sua decisão. Nesta volumosa massa estão aqueles que não sabem do cadafalso no qual sobem e, em clara situação de ‘inocente útil’, o fazem (apoiam Flávio Bolsonaro) por seguir cegamente a orientação de terceiros (o pastor, o noticiário da televisão, etc.); [estão] aqueles cuja capacidade cognitiva é insuficiente para fazê-los compreender o significado e alcance de termos como ‘tesouraço’ e ‘cortes das despesas desnecessárias’ usados com frequência no discurso de Flávio Bolsonaro (e que afetarão brutalmente os seus próprios interesses); [estão] aqueles que, sem perceber a importância de uma eleição presidencial para os destinos do país e dos seus próprios e tratando-a [tratando a eleição] como um campeonato de futebol, escolhe um candidato (como quem escolhe um time para torcer) e faz de tudo para a sua vitória; e, finalmente, os masoquistas, que, mesmo sabendo da miséria e do sofrimento que os aguardam, escolhem Flávio Bolsonaro.
Esta situação não teria tanta gravidade se o destino do Brasil e do povo brasileiro não estivessem em jogo. De qualquer forma, é indispensável que todos saibam do perigo representado por Flavio Bolsonaro e se acautelem dele.
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