Sábado, 24 de outubro de 2026
Se Flávio Bolsonaro não fosse tão mentiroso, a audiência do debate realizado ontem (23/10) pela TV GLOBO teria testemunhado um grande milagre, pois, como num passe de mágica, de um instante para o outro, demonstrando estar completamente desconectado dos planos anunciados por Rogério Marinho, Daniella Marques e Adolfo Sachsida, além de [Flávio Bolsonaro] negar o desejo de privatizar a Petrobrás, o Banco do Brasil, a Caixa Econômica e pedaços do SUS e dizer que manteria o regime da recuperação do poder de compra dos salários, aposentadorias e pensões, [Flávio Bolsonaro] disse, não só que iria manter, mas aperfeiçoar os programas sociais do governo Lula, declarando apoio ao fim da escala 6×1 e até à recente proposta de gratuidade do transporte público nos fins-de-semana.
Por aquilo que falou ontem no debate, Flávio Bolsonaro é um homem mudado, esquecido do prometido ‘tesouraço’ e querendo ser apenas um ‘Lula melhorado’.
Acontece que Flávio Bolsonaro é Flávio Bolsonaro e carrega nas veias séculos e séculos do DNA corrompido que impulsiona os membros da sua família ao crime, ao embuste, às desonestidades, às mentiras.
No debate de ontem, por exemplo, ao tempo que se dizia homem comprometido com o bem-estar do povo brasileiro e crescimento econômico autônomo, os mecanismos de verificação de fatos apuravam que, das 90 afirmações feitas por Flávio Bolsonaro, 47 eram mentiras deslavadas, comprovando não ter havido qualquer milagre na ‘conversão’ mostrada na televisão e Flávio Bolsonaro continua a ser o mesmo de sempre: um lobo querendo disfarçar-se em pele de cordeiro.
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