2ª feira, 02 de novembro de 2026
Pode parece incrível, mas, como no conto ‘A Roupa Nova do Rei’, do genial Hans Christian Andersen – no qual bastou um garotinho gritar “O rei está nu” para todos perceberem a real situação do monarca -, poucas horas na planície foram suficientes para todos constatarem a farsa representada por Flávio Bolsonaro, o candidato presidencial da extrema-direita, do governo dos Estados Unidos, da FariaLima, das elites enfatuadas, dos bolsonaristas e de todos os babacas em ação no País.
Durante a campanha, com o suporte da midia coporporativa liderada pela Rede Globo e proteção dos ministros André Mendonça e Kassio Nunes Marques do STF/TSE, Flávio Bolsonaro foi blindado por uma espessa camada de um tipo de teflon que o deixou impermeável a qualquer acusação por mais verdadeira que pudesse ser.
Assim, pouco impacto causaram os escândalos da rachadinha, loja de chocolate, ilha de Richarlisson, parceria com bandidos, caso DarkHorse, propina de Daniel Vorcaro, sociedade com Willer Tomaz, promessa de entrega do País à Casa Branca e tantas outras sujeiras. Ele estava imune a tudo, mas bastou perder as eleições para Lula no domingo, 25 de outubro, que seu mundo caiu.
Dois dias mais tarde, com medo da inevitável condenação que virá em função de alguns dos seus crimes, Flávio Bolsonaro fugiu do País para os Estados Unidos e, não satisfeito com a palhaçada já aprontada e demonstrando estar pouco abatido pela derrota por quatro milhões e quatrocentos mil votos, [Flávio Bolsonaro] divulgou nota na qual se declara vencedor das eleições e se apresenta como ‘verdadeiro presidente dos Estados Unidos do Brazil’.
Coitado!
Virou galhofa nacional.
Não foi sem ter em quem se espelhar que, ontem, ao ser eliminado no quadro show dos famosos no programa do bolsonarista Luciano Huck na TV GLOBO, o ator Juno disse que não aceitava o resultado e se autoproclamou ‘campeão da dança dos famosos’.
De quase presidente do Brasil, bastou uma pequena pressão para ele perder o rebolado, deixando todos verem que ‘o rei estava nu’.
Leia mais em www.alexandresanttos.com.br
A reprovação é permitida e desejável, especialmente se a fonte for citada
