6ª feira, 30 de outubro de 2026
As elites (e, também, claro, a banda obtusa da sociedade) não compreendem que, mais do que preferências eleitorais, as eleições definem opções políticas.
Nas eleições ocorridas em 25 de outubro, por exemplo, diante da proposta monetarista ultraliberal reacionária, antipatriótica e entreguista representada por Flávio Bolsonaro, por uma diferença de mais de quatro milhões e quinhentos mil votos (quantidade superior a países como a Croácia ou Uruguai), o povo brasileiro escolheu a proposta progressista, desenvolvimentista, patriótica e humanista apresentada por Lula.
Agora, no entanto, em comportamento nitidamente golpista, pouco se lixando para o resultado das eleições, com o suporte da grande mídia, as elites estão insuflando o mercado financeiro e o gado para cobrar um ‘ajuste fiscal’ do novo governo Lula.
Só faltam dizer que os cortes devem alcançar pelo menos R$ 250 bilhões.
Será que as elites ainda não perceberam a derrota sofrida nas urnas pelo defensor destas maluquices – um canalha que, de tão desonesto, fugiu para os Estados Unidos para não prestar contas a Justiça brasileira.
As elites precisam aprender a respeitar o resultado das eleições.
Se quiserem, as elites podem reapresentar suas idiotices daqui a quatro anos, quando o povo brasileiro voltará a lhes aplicar nova derrota.
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