Dando mais um motivo para justificar o apreço dedicado pelos chamados ‘pobres de direita’ (também rotulados com maior propriedade de ‘imbecis coprofílicos’), o Partido Liberal (partido de Jair Bolsonaro, Sóstenes Cavalcanti, Carlos Jordy, Nikolas Ferreira e outros ladrões) entrou com uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) no Supremo Tribunal Federal (STF) para derrubar a Lei 15.270/2025 – aquela que elevou a tributação dos ricaços como forma de compensar a isenção do Imposto de Renda para quem recebe até R$ 5 mil mensais.
Alegando que a taxação dos mais ricos ‘viola os princípios da segurança jurídica e da anterioridade nonagesimal’ e (pasme) ‘pode resultar em carga excessiva, potencialmente incompatível com o princípio constitucional da vedação ao confisco’, a ADI 7933 pede a imediata suspensão da cobrança de impostos contra os mais ricos e, ainda, a declaração de inconstitucionalidade da Lei 15.270/2025.
Se por um lado, a medida do PL afronta o desejo geral de justiça tributária, por outro [lado], torna mais claro a motivação dos seus membros.
De qualquer forma, o julgamento da ADI 7933 servirá como uma espécie de teste de honorabilidade para o ministro Kássio Nunes Marques (para quem a ação foi distribuída).
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