Na 4ª feira, dia 15 de abril de 2026, a justiça de São Paulo determinou a interdição de Fernando Henrique Cardoso – condição a ele imposta por conta do seu avançado estágio do Mal de Alzheimer.
A interdição chegou tarde. Se tivesse ocorrido antes de 1995, o Brasil estaria muito melhor, pois FHC não teria sido presidente da República e, nesta condição, tido a chance de fazer tanto mal como [ele] fez ao país.
Não teria desmantelado e vendido a Rede Ferroviária Federal, não teria esquartejado e vendido a TELEBRAS, não teria privatizado a exploração do subsolo com a entrega da Vale do Rio Doce, não teria tentado privatizar a Petrobrás (que chegou a ser chamada de Petrobrax para facilitar a operação), não teria a chance de alienar a observação da Amazônia como fez através do projeto Sivam, não teria a chance de sabotar as comemorações do nosso pentacentenário como fez no ano 2000, enfim não teria feito os males que fez ao país.
Não foi razão que, em 1997, as elites nacionais e internacionais introduziram uma Emenda Constitucional para permitir a sua reeleição e, também não foi sem razão que, na campanha de 1998, quando disputei as eleições presidenciais na chapa encabeçada pelo professor e engenheiro baiano Vasco Neto, só me referia a FHC como ‘o perverso Cardoso’.
FHC foi um cupim da economia brasileira e teria deixado nada para ser destruído/privatizado por Michel Temer e por Jair Bolsonaro se tivesse cumprido um terceiro mandato presidencial.
Vai Fernando Henrique Cardoso, vai curtir a demência no Vale dos Irresponsáveis que, por aqui, cuidaremos para a triste memória da sua maldade social e sanha entreguista não caia no esquecimento.
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