2ª feira, 15 de junho de 2026
Ontem, domingo, 14 de junho de 2026, foi anunciada a celebração de um acordo para por fim à guerra iniciada pelo conluio Estados Unidos & Israel contra o Irã.
Ao fazer o anúncio, sem qualquer alusão à situação prevalente antes dos ataques dos Estados Unidos, o presidente Donald Trump demonstrou um certo ar de vitória com a abertura do Estreito de Ormuz ao tráfego de navios, chegando a dizer que [ele, Donald Trump] tinha autorizado a abertura do Estreito de Ormuz e a retirada imediata do bloqueio naval estadunidense (‘esqueceu’ de dizer que o fechamento do Estreito foi feito pelo Irã como estratégia de guerra e foi por ele [pelo Irã] aberto como consequência do acordo de paz).
Ainda pouco se sabe sobre os pontos acordados.
Mas, a julgar pela forma como ambas as partes falaram, é possível que, em troca da abertura do Estreito de Ormuz e de alguma concessão no programa nuclear iraniano, os Estados Unidos tenham concordado em pagar uma bilionária ‘reparação’ pelos danos causados ao país, em levantar algumas das sanções aos persas e em desmantelar algumas das suas bases militares na região.
Na realidade, é certo que o publico nunca saberá com exatidão o teor das cláusulas acordadas e, de toda a sorte, em se tratando de acordo firmado pelos Estados Unidos, a possibilidade de inadimplência é alta, o que significa que a guerra poderá voltar a qualquer instante.
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