Sábado, 17 de outubro de 2026
Vendo o fracasso de todas as jogadas, macetes, tramóias, mumunhas e artimanhas já tentadas para derrotar o avanço político, social, econômico e diplomático do Brasil, a turma de Flávio Bolsonaro entrou em parafuso.
Com efeito, passada a euforia inicial trazida pelo resultado do primeiro turno das eleições presidenciais (conseguido, diga-se de passagem, pelo uso abusivo da maior parte do arsenal colocado à sua disposição pelos mentores e patrocinadores da campanha entreguista e elitista), com surpresa, a coordenação de campanha de Flávio Bolsonaro sentiu a reação do povo brasileiro ao risco do retorno do País à condição de colônia e de perder direitos conquistados ao custo de muito suor e sangue.
Sentiu e se assustou.
Desmoralizando a receita recomendada pelos bruxos responsáveis pela vitória da extrema-direita nas recentes eleições ocorridas na Colômbia e no Peru (uma combinação de Fakenews, apoio aberto da midia corporativa (especialmente a trinca Globo-Estadão-Folha), suporte jurídico da bancada bolsonarista no TSE (Kássio Nunes Marques e André Mendonça) e pressões da Casa Branca), a virada de Lula esperada para este fim-de-semana (as pesquisas de intenção de voto já apontam o empate entre as candidaturas) levou o desespero ao escritório central da campanha bolsonarista e, lembrando do velho Jair, já há quem defenda a encenação de uma facada no candidato.
A ala mais experiente do escritório eleitoral afirma que, assim como aconteceu na campanha de 2018, uma ‘facada’ bem explorada pode gerar uma comoção capaz de salvar Flávio Bolsonaro da inevitável derrota que se avizinha.
O risco é o ator contratado para o ‘atentado’ aproveitar a situação para vingar os 700 mil motos da COVID e enfiar um punhal de verdade no bucho do pangaré.
Embora o risco seja real, como o plano vazou, dificilmente o ‘atentado’ será levado adiante.
De qualquer forma, com ‘facada’ ou sem ‘facada’, diante da decisão do povo brasileiro de lutar até o fim para não perder seus direitos ou ver a bandeira dos Estados Unidos tremulando no pavilhão nacional, a candidatura da Flávio Bolsonaro vai naufragar de forma espetacular, levando junto as más intenções e o mau-caratismo daqueles que o querem na presidência da república.
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