4ª feira, dia 16 de setembro de 2026
Confiando na famosa memória curta do povo brasileiro, um velho traíra navega as ondas frouxas das mídias sociais e, como se portasse grande respeitabilidade e envergadura moral, mete o bedelho na crise do Supremo Tribunal Federal (STF).
Um escárnio!
Com opiniões desprovidas de qualquer suporte jurídico, o traíra Roberto Freire tenta reforçar o time bolsonarista empenhado em criar um clima favorável à aplicação de mais um golpe de Estado no Brasil.
Acontece que, como sabem os mais antigos, a palavra de Roberto Freire se equipara a um tostão furado e a sua expulsão da política pernambucana não ocorreu sem razão.
Para que não lembra, Roberto Freire era o presidente (repito, presidente) do Partido Comunista Brasileiro (PCB) – o velho partidão -, posição a que chegou porque enganou durante anos o seu comitê central, chegando a ser o candidato presidencial da legenda nas eleições de 1989. Pois bem. Seduzido pela onda que levou à queda do Muro de Berlim, como fazem os ratos diante das dificuldades, Roberto Freire traiu os camaradas e, contando com o beneplácito, orientação e financiamento dos seus novos patrões, usou a estrutura política e administrativa do PCB para criar o PPS. É claro que os comunistas não aceitaram a malandragem do traidor e, com muita luta, conseguiram recriar o PCB.
Esta, em rápidas pinceladas, esta é a história de um homem pusilânime, traidor da história que os companheiros de partido foram levados a acreditar e, sem coragem de olhá-lhos diretamente, preferiu a fuga para São Paulo, onde é pouco conhecido. A palavra de Roberto Freire é tão confiável quanto uma cédula de três reais.
Não merece qualquer respeito.
De qualquer forma, assim como elegeu Tiririca por mais de uma vez e não conhece a índole de Roberto Freire, o eleitor paulista vir a ser iludido por ele. Mesmo assim, vale o alerta:
Cuidado com Roberto Freire!!!
A julgar por aquilo que fez com o PCB, ele seria capaz de vender a própria mãe.
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