3ª feira, dia 15 de setembro de 2026
Diante da inevitável vitória de Lula nas próximas eleições presidenciais no Brasil, assim como fez em 2018, as elites tentam um novo golpe de Estado. Adaptando a receita usada em 2016, as elites criaram um espelho da LavaJato e, tendo o herói da Democracia Alexandre de Moraes, designaram o ministro bolsonarista André Mendonça para fazer o serviço sujo e atribuíram ao seu aparato de mídia (grupos Globo, Estado de S.Paulo e Folha de S.Paulo) a tarefa de dar-lhe suporte com a mobilização da opinião pública.
Vale o registro de que, reconhecido como ‘salvador’ da Democracia no país, o ministro Alexandre de Moraes não é um qualquer e conta com significativo apoio, não só da sociedade (especialmente da sua banda pensante), mas, também, dos seus pares no Supremo Tribunal Federal (STF).
De qualquer forma, curvado às pressões das elites, o ministro-presidente Edson Facchin decidiu destituí-lo da relatoria do inquérito das fakenews e, contrariando as normas do próprio STF, leva-lo a julgamento. Acontece que seu acusador, o ministro André Mendonça, tem pecados mais numerosos e mais graves do que aqueles ao ministro Alexandre de Moraes imputados.
O julgamento começou hoje e ainda é muito cedo para antecipar qualquer resultado.
Os juristas, no entanto, afirmam que, a julgar pelo desequilíbrio na balança da provas, é muito provável que, levemente chamuscado, Alexandre de Moraes escape do presente ataque das elites e seu algoz não sobreviva à gravidade das provas que pesam contra si (contra André Mendonça)
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