Embora seja festejado pelos seus titereiros como ‘um grande líder’ (como diriam de qualquer marionete por eles manipulados), Volodimir Zelensky não passa de um entreguista dispendioso que, em troca de dinheiro (muito dinheiro), afastou a Ucrânia dos antigos aliados, converteu-a em palco de experimentos militares e a super endividou perante a União Europeia e os Estados Unidos para criar e manter uma guerra de inevitável resultado adverso e previsível.
Com efeito, ao aderir ao lado ocidental e submeter seu país às vontades dos ‘parceiros ocidentais’, Volodimir Zelensky forçou a Rússia a empreender as ‘operações militares especiais’ que deram início a atual guerra no Leste Europeu. Reconhecendo a assimetria das forças militares envolvidas, a Rússia tem evitado o uso do seu poderio bélico contra a Ucrânia, transmitindo a alguns a falsa impressão de que não teria condições de derrotar o ‘inimigo’ no momento que quisesse.
Ao que parece, esta falsa impressão foi assimilada até pela própria Ucrânia, que, inflada pelo apoio da União Europeia e dos Estados Unidos, imaginou ter força relativa maior do que de fato tem. E, no embalo da violência própria das guerras, cruzou uma linha vermelha – na 5ª feira passada, dia 21 de maio de 2026, disparou um ataque com drones contra uma escola de ensino médio na cidade de Starobelsk, na região de Luhansk, matando diversos estudantes.
De imediato, o presidente Vladimir Putin decidiu relembrar ao governo ucraniano a diferença militar que os separa e avisou que a agressão desnecessária seria retaliada.
Pois bem.
Na madrugada do domingo, dia 24 de maio, o exército russo atacou a área central de Kiev com 600 drones e 90 mísseis das categorias Iskander, Kinzhal e Zircon, e até um míssil balístico hipersônico Oreshnik (para o qual ainda não há defesas conhecidas), destruindo completamente instalações de comando militar, bases aéreas e empresas do complexo militar-industrial da Ucrânia.
Reconhecendo a superioridade militar da Rússia, a chefe da diplomacia da União Europeia Kaja Kallas criticou o uso de mísseis ‘com capacidade nuclear’ contra a Ucrânia.
A cada dia que passa fica mais clara a irresponsabilidade de Volodimir Zelensky, que vem destruindo do seu país, apenas para satisfazer a vontade das potências inimigas da Rússia.
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