3ª feira, 23 de junho de 2026
Quando se pensa que se viu de tudo, aparece um paraguaio para provar que ainda há muito por ver.
Imagine que, ‘roubando a cena’ de tudo já acontecido na Copa do Mundo de 2026, na sábado, dia 20 de junho, no jogo entre Paraguai e Turquia, ocorrido em San Francisco, na Califórnia, aproveitando o buruçu decorrente da expulsão do meia Almirón, no final do primeiro tempo, talvez sem saber que estava sob o testemunho de bilhões de olhos (ou justamente por isso), em gesto descuidista (ou de grande bom-humor), o jogador Matías Galarza pegou o relógio do juiz Ivan Barton que caiu no chão, tentou coloca-lo no pulso e se afastou da ‘cena do crime’.
Depois, pensando melhor, Matías Galarza devolveu o relógio ao árbitro e continuou na partida.
Isto pode ser grava, mas, junto daquilo feito por Donald Trump ao petróleo da Venezuela, não passa de uma brincadeira de paraguaio moleque.
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