2ª feira, 22 de junho de 2026
Assim como ocorreu no Peru (onde, esquecido das ‘atas’ exigidas do presidente Nicolas Maduro, Tio Sam deu guarida aos manipuladores para inventar votos para fazer Keiko Fujimori passar à frente de Roberto Sánchez), na Colômbia foi criado um aparato para ‘embaraçar’ urnas com votos para o lacaio estadunidense Abelardo de la Espriella.
Os formatos de burla eleitoral adotados no Peru e na Colômbia só são possíveis graças ao voto impresso – que permite trambiques eleitorais de diversas natureza, como a ‘releitura’ do voto, o direcionamento do voto branco, o enxerto de urnas e tantos outros.
Pois bem.
Decididas a chegar ao poder de qualquer jeito, as direitas peruanas e colombianas lançaram mão de todas estas formas e muitas outras.
Aliás, os progressistas estão resistindo.
Assim como em Lima (onde com o suporte do povo nas ruas, Roberto Sánchez está cobrando a recontagem dos votos), em Bogotá, Iván Cepeda avisou que, além da impugnação de 33 mil mesas (nitidamente fraudadas), vai pedir a recontagem de votos.
Sem apoio popular, resta à Direita fraudar as campanhas e as apurações para chegar ao poder, burlando a Democracia e a honestidade.
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