Sábado, 13 de junho de 2026
Brincar de ser Deus é coisa perigosa.
Só quem pode fazer isso de forma impune são os loucos – que, resguardados pela insanidade mental, se imaginam Napoleão, Deus e tudo o mais – e os artistas – que, no curso da arte de descrever o universo, estão livres para criar qualquer coisa segundo o talento lhes conferido pelo próprio Deus.
Em qualquer outra circunstância, brincar de Deus pode provocar grandes riscos a si e aos outros.
Lembro que, quando do surgimento da doença, muito se comentou que a AIDS teria sido fruto de ‘experiências biológicas que fugiram ao controle’. Com a pandemia de coronavírus foi a mesma coisa. Houve comentários que associavam a doença a ‘experimentos feitos num laboratório chinês’.
Falando em nome Dele, espertalhões têm levado comunidades inteiras ao sofrimento e ao Caos.
Não se deve brincar de Deus. Pois não é que ontem, a diretora de Inteligência Nacional dos Estados Unidos, uma certa Tulsi Gabbard, revelou ‘novas evidências de que a Casa Branca financiou mais de 120 biolaboratórios em mais de 30 países’.
Segundo Tulsi Gabbard, ‘muitos desses biolaboratórios realizam ou realizaram pesquisas envolvendo patógenos perigosos e altamente contagiosos com pouquíssima visibilidade ou supervisão”.
Um absurdo!!!
Se a simples existência deste tipo de laboratório é um despautério impensável, o envolvimento de um Estado no seu financiamento ou acolhimento é uma irresponsabilidade completa.
Este é o tipo de caso para o qual, na condição de crime contra a Humanidade, caberia duríssimas sanções internacionais.
Infelizmente, isto não ocorre porque a ONU não tem força e não impõe respeito sequer ao ‘porteiro da esquina’.
Situações como esta reforçam a necessidade de completa reformulação dos organismos mundiais. Até que isto ocorra, a Humanidade está entregue ao destino escrito pelos irresponsáveis.
Leia mais em www.alexandresanttos.com.br
A reprodução é permitida e desejável, especialmente se a fonte for citada
