A chamada mídia ocidental, cujos macro editoriais são controlados pelos governos das ‘democracias ocidentais’ e pelos grandes anunciantes, fazem a opinião pública de joguete, levando-a para a posição que quer, pouco importando as contradições ocorridas no processo.
Sobre as guerras, por exemplo, esquecem algumas – como aquelas em curso na África -, escondem genocidios e carnificinas – como aqueles perpetrados por Israel contra os palestinos – e aplicam pesos descompassados em outras – como aquela que ocorre no Leste Europeu desde fevereiro de 2024 e a [guerra] que está prestes a começar na Venezuela.
Com efeito, como se não tivesse feito qualquer esforço para evitar o início das hostilidades, o presidente Vladimir Putin foi satanizado e a Rússia sofreu todo o tipo de embargo porque invadiu a Ucrânia (na época, desdenhando as advertências de que, por questões de segurança nacional, a Rússia não poderia aceitar a aproximação da OTAN das sua fronteiras, o presidente Volodimir Zelensky insistiu no desejo de aderir ao bloco militar liderado pelos Estados Unidos, forçando-a [forçando a Rússia] a cumprir o avisado).
Agora, sob o silêncio cúmplice das ‘democracias ocidentais’ e da mídia hipócrita, sem sofrer qualquer ameaça de embargo ou simples reprimenda, os Estados Unidos fazem preparativos para iniciar uma guerra de rapina contra a Venezuela.
Por que, mesmo sabendo da inexistência de qualquer motivo plausível para as hostilidades dos Estados Unidos contra a Venezuela, as ‘potências ocidentais’ permanecem caladas?
Seria um sinal de admissão do apreço pelo roubo escancarado das riquezas alheias?
O mundo espera que os Estados Unidos recolham as garras e deixem a Venezuela (e o resto do mundo) em paz.
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