De tão alienado e anestesiado com o chamado ‘american way’ (um estilo de vida que envolve desde a ignorância da própria história até a submissão às hipotecas estabelecidas pelo sistema bancário, passando pela arrogância e pela indolência frente à violência), só tardiamente o povo estadunidense está percebendo que colocou um homem desequilibrado no cargo mais importante do país, a ele entregando o comando da mais poderosa economia e [a ele entregando] das chaves do mais mortal dos arsenais já produzidos na face do Planeta.
Com efeito, o recente comportamento do presidente Donald Trump ultrapassa a costumeira arrogância dos hiper poderosos e envereda para o campo das psicopatias.
Na realidade – conforme deixaram claro o inchaço esquisito apontado nas mãos de Donald Trump pela mídia por ocasião do encontro de Davos e o episódio no qual, por conta da repentina peristalse que o acometeu durante uma entrevista coletiva no chamado Salão Oval e forçou a Casa Branca a evacuar alguns cômodos -, os problemas do presidente dos Estados Unidos não são apenas de natureza psiquiátrica e, nitidamente, alcançam as dimensões físicas e fisiológicas.
A constatação da decadência física, moral, psicológica e espiritual de Donald Trump contribui para a compreensão de propostas como a anexação da Venezuela, Canadá e Groenlândia para transformá-los em estados dos Estados Unidos.
Não há dúvidas de que o homem mais poderoso do planeta é um ser gravemente doente e, nesta condição, pode colocar a Humanidade em risco.
Talvez seja hora de o Congresso estadunidense pensar seriamente em interditar Donald Trump e declara-lo incapaz para exercer a presidência do país.
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