A grande mídia brasileira – baseada no tripé formado pelas organizações Globo, O Estado de S.Paulo e A Folha de S. Paulo (lideradas pelas famílias Marinho, Mesquita e Frias e pelos seus ‘patrões’ e grandes anunciantes) – está decidida a barrar o avanço econômico, diplomático, ambiental e social do Brasil, impedindo a reeleição de Lula e restaurando o império do atraso e do vira-latismo no país.
Nesta perspectiva, vem boicotando o governo Lula em todos os sentidos, omitindo ou dando quase nenhum destaque aos seus feitos, jogando luz nos problemas, a ele atribuindo a culpa de outros em processo de desgaste no qual vale, até mesmo, o uso das mentiras deslavadas, das montagens criminosas e das fakenews, como foi o caso do famoso ‘Powerpoint de Andréa Sadi’.
Nos dias correntes, por exemplo, chega a ser escandaloso o silêncio da grande mídia sobre a turnê cumprida por Lula desde o dia 17 de abril pela Espanha, Alemanha e Portugal.
Com efeito, cumprindo uma densa agenda que combina encontros de alto nível, participação em fóruns multilaterais, reuniões com lideranças empresariais e assinatura de acordos estratégicos, à frente de comitiva formada por 15 ministros, presidentes do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), da Fundação Oswaldo Cruz e da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), Lula participou da 1ª Cúpula Brasil-Espanha com o presidente Pedro Sánchez, participou da quarta reunião de alto nível do Fórum de Defesa da Democracia, participou da Hannover Messe, se encontrou com o chanceler Friedrich Merz, teve encontros com o primeiro-ministro Luís Montenegro e com o presidente António José Seguro, numa viagem de resultados memoráveis, não apenas nos campos diplomáticos e econômicos, mas também no fortalecimento da democracia.
Não foi sem razão que, falando na Feira de Hannover, em 19 de abril de 2026, a presidente da Comissão Europeia Ursula von der Leyen, expressou sua admiração por Lula, descreveu-o como “um líder realmente comprometido com a democracia, com uma ordem internacional baseada em regras e com o respeito ao planeta”, sendo, em resumo, “o presidente que todo mundo queria ter”.
Enquanto isso, a grande mídia brasileira lança mão da censura para obscurecer os feitos do governo brasileiro e o patamar de excelência conquistado pelo Brasil graças à liderança de Lula.
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