Por razões que devem preocupar especialmente os sociólogos e os psicólogos, a Humanidade possui um significativo número de idiotas, os quais compõem a sua banda ‘não pensante’ – um peso morto permanentemente em marcha-ré ou com freio-de-mão acionado, atrapalhando o desenvolvimento econômico e social.
Os idiotas são pessoas que, até mesmo quando letradas, são incapazes de compreender aquilo que acontece no seu entorno, de interpretar as mensagens que lhes chegam por todos os canais, de correlacionar as notícias dos jornais, de verificar as causas daquilo que lhes incomodam e fazem mal, de antecipar os efeitos das próprias decisões, enfim de ligar lé com cré.
Aliás, é graças a existência deste enorme (e crescente) contingente de idiotas que os espertalhões fazem grandes negócios e alcançam postos de comando. De fato, com sérios problemas de cognição, os idiotas costumam acreditar nas coisas mais estapafúrdias e, por isso, são facilmente cooptados para projetos que lhes são prejudiciais.
Veja, por exemplo, o caso protagonizado pelos chamados pobres-de-direita, os quais, por absoluta incapacidade de interpretar a realidade, engrossam as hostes liberais, ajudando a entronizar opções políticas cujas prioridades passam ao largo dos seus próprios interesses e, neste sentido, terminam por contribuir para a piora das suas condições socioeconômicas.
Assim, a idiotização da sociedade interessa aos manipuladores que dependem dos mais bestas para construir e manter os seus nichos de poder.
Vale lembrar que, periodicamente, há um processo censitário para quantificação dos idiotas.
Na Argentina, os idiotas foram maioria no último censo e, por conta disso, todos estão sofrendo, sendo obrigados a comer carne de burro para não morrer de fome.
No Brasil, o próximo censo para medir a quantidade de idiotas vai ocorrer no dia 04 de outubro de 2026.
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