Além das características que o fazem um ser ímpar (como sobejamente falado em verso e prosa, ele é pedófilo, genocida, ladrão, arrogante, presunçoso, pedante, etc. etc. etc.), Donald Trump está marcando lugar na galeria dos ‘piores estrategistas’ da história mundial.
Imagine que, diante de um quadro naturalmente convulsionado, cuja dinâmica no entanto estava incorporada às expectativas dos interessados, sem qualquer razão especial, Donald Trump se juntou a Benjamin Netanyahu e deu início a uma guerra contra o Irã – atitude que o levou [levou o Irã] a reagir fortemente e a fechar o Estreito de Ormuz, alterando radicalmente o panorama do comércio internacional.
A consequência imediata e óbvia (mas não prevista por Donald Trump) foi a explosão do preço do petróleo, cujo barril passou de US$ 70 para patamar superior aos US$ 100.
Aí começou o esforço paranoico de Donald Trump para ‘abrir o Estreito de Ormuz’ (que estava aberto normalmente antes das suas agressões ao Irã).
Em sua maluquice, Donald Trump chegou a ameaçar a ‘destruir uma civilização inteira’ caso o Irã não abrisse o Estreito de Ormuz (que estava aberto normalmente antes das suas agressões ao Irã).
A China entrou no circuito e, ao invés de ‘destruir uma civilização inteira’, Trump aceitou participar de negociações de paz.
Fez isso, no entanto, com o intuito imperial de impor suas vontades ao Irã, o qual, naturalmente, rechaçou as novas petulâncias.
Aí veio a maluquice mais maluca: com um olhar estranho, Donald Trump anunciou (pode parecer piada) que ‘a marinha dos Estados Unidos bloqueariam o Estreito de Ormuz – e, assim, o gargalo através do qual deveriam passar 20% de todo o petróleo consumido no planeta, graças aos impulsos de Donald Trump, passou a ser fechado pelo Irã e, reforçando o ferrolho, bloqueado pelos Estados Unidos.
É agora que o preço do barril de petróleo chegará aos US$ 200.
Nâo é sem razão que os cérebros mais poderosos do universo recomendam a adoção da 25ª Emenda pelos Estados Unidos.
Será um milagre se Donald Trump conseguir concluir o segundo ano do mandato.
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