Neste finalzinho de abril – com a rejeição do AGU Jorge Messias para ocupar a vaga aberta no Supremo Tribunal Federal (STF) com a aposentadoria precoce do ministro Luiz Roberto Barroso e com a derrubada do veto colocado pelo presidente Lula ao PL da Dosimetria -, o Congresso Inimigo do Povo conseguiu irritar profundamente a banda pensante da sociedade.
Ao lado da plena ressurreição da campanha ‘O CONGRESSO É INIMIGO DO POVO’ – com a ocupação das redes sociais com mensagens sobre o funcionamento do Senado e da Câmara como banca de negócios contrários ao interesse da população e pedindo a ‘demissão’ dos parlamentares espertalhões (a começar pelo senador Davi Alcolumbre e pelo deputado Hugo Motta) -, destacados membros da banda pensante da sociedade estão propondo a adoção pelo governo Lula de um protocolo referido genericamente pela recomendação ‘AGORA É’ com apenas seis pontos – (1) Não indicar novo nome para o STF; (2) Sustar liberação de emendas até o fim do mandato; (3) Denunciar a convivência das lideranças da direita com Master, PCC, INSS,contrabando no porto do Rio, etc. (4) Explicitar a pauta popular, 6×1, tarifa zero, etc e mostrar o risco de perda das conquistas sociais caso a direita vença: (5) Colocar, de novo, a questão democracia x barbárie; e (6) Colocar em prática a defesa da soberania nas diferentes áreas, digital, óleo e gas, terras raras, defesa, etc.
Não se sabe a disposição do governo de encampar a campanha ou de adotar o protocolo. Sabe-se apenas com depois das demonstrações de malquerença e de força oferecidas pelo conluio Centrão – extrema-direita não há mais como confiar em acordo de civilidade.
Está na hora do Ou vai ou racha.
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