Divulgada a relação dos jogadores integrantes da base de onde vai sair a seleção brasileira de futebol é natural que, de agora até o fim do torneio, a mídia sature a sociedade com noticiário referente a Copa do Mundo, bombardeando-a com propagandas baseadas no reino da bola.
Naturalmente, na esteira do frisson, publicitário vem o festim das vendas superfaturadas: material esportivo, álbuns de figurinhas, festas temáticas, turismo futebolístico, apostas, etc. etc. etc.
Tudo muito caro e, no embalo da propaganda, ‘muito essencial’.
A farra já começou.
Imagine que, para torcer pela seleção canarinha devidamente paramentado, o torcedor vai ser tentado a comprar ‘preciosas e essenciais’ camisas pela bagatela (pasme!) de R$ 800.
Uma fortuna!!!
Não é preciso ter bola de cristal para antever o que vem por aí: sabendo que muita gente estará disposta a gastar uma dinheirama na compra da tal camisa, surgirão negócios dedicados à produção de ‘similares’ que, dando muito lucro aos vendedores, poderão ser colocadas no mercado por um terço do preço.
A cena vai ser interessante: ‘ladrões’ que vendem camisas que custam R$ 100 por R$ 800 reclamando de falsários que vendem por R$ 300 camisas produzidas por R$ 50.
No fim, graças a susceptibilidade dos trouxas à massificação da propaganda, todos farão grandes negócios.
E ‘viva Neimar’ (gritam os tabacudos),
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