Na 6ª feira, dia 26 de setembro de 2025, ao subir ao púlpito da ONU, em Nova York, para falar à Assembleia Geral das Nações Unidas, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, foi alvo de um gigantesco protesto.
Em meio a ruidosas vaias, o genocida viu os representantes das delegações de quase 50 países, incluindo o Brasil, dar-lhes as costas e se retirarem acintosamente, deixando o plenário praticamente vazio.
A atitude contra a presença de Benjamim Netanyahu na sede da ONU significa o asco da comunidade mundial ao genocídio perpetrado pelo governo de Israel contra a população palestina confinada em Gaza.
Pois é exatamente este tipo de protesto que, em demonstração de patriotismo, respeito a soberania nacional e repúdio aos setores entreguistas da Nação, que a banda progressista da Engenharia brasileira pretende fazer na abertura da Semana Oficial da Engenharia e da Agronomia (SOEA), quando o governador Tarcísio de Freitas subir ao palco.
Há uma razão muito consistente para o protesto.
Afinal de contas, apesar de governar o Estado que mais sofre com o tarifaço de 50% decretado pelo presidente Donald Trump, calçando o boné vermelho do movimento MAGA (Make America Great Again), Tarcísio de Freitas esqueceu ser brasileiro e proclamou seu apoio aos Estados Unidos.
Na realidade, o protesto contra a presença de Tarcísio de Freitas também significa o protesto dos engenheiros patriotas e progressistas contra o presidente do CONFEA Vinicius Marchese, o qual, em desafio a campanha de apoio à soberania nacional, quer associar a Engenharia brasileira a um dos maiores símbolos do Entreguismo vira-lata, deixando claro a sua opção política.
Abaixo o Entreguismo!
Viva a soberania nacional!
Viva a Engenharia brasileira!
Viva o Brasil!
Leia mais em
www.alexandresanttos.com.br
