Que vergonha, Flávio! O Brasil sabia que é um nada, mas não sabia que fosse um nada tão minúsculo.
Ontem, atingindo uma dos mais baixos patamares a que um homem público pode ser reduzido, Flávio Bolsonaro pareceu ter achado normal o desdém que lhe foi dispensado pelo gabinete presidencial da Casa Branca e, contente por ter recebido a montagem fotográfica e o dístico presenteados pelo Salão Oval aos chatos não recebidos por Donald Trump, deixou um relatório com juras de amor e a lista dos presentes que dará aos Estados Unidos no (improbabilíssimo) de vencer as eleições contra Lula.
De qualquer forma, para tentar esconder o desprestígio, se juntou aos lesa-pátrias Eduardo Bolsonaro e Paulo Figueiredo, para dar uma entrevista coletiva à imprensa na qual, sem dizer uma única palavra sobre suas relações com o ‘banqueiro desonrado’ Daniel Vorcaro, se limitou a deitar elogios a Donald Trump, a criticar Lula e a reiterar sua disposição de funcionar como títere dos Estados Unidos.
Muito fraco este rapaz.
Se brincar, vai ser preso por corrupção nos próximos dias.
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