Ontem, despertando ondas de urticária nos mais preconceituosos, sem nunca ter feito curso superior, o presidente Lula recebeu mais um título de Doutor Honoris Causa (a lista desse tipo de honraria ultrapassa a casa dos 40).
Desta vez, a graça foi concedida pela Universidade Nacional da Malásia (UKM), em Kuala Lumpur.
Em seu discurso de agradecimento, confirmando aquilo que vem dizendo por toda a vida, Lula destacou a Educação como instrumento de emancipação.
Nunca é demais comemorar que, ao longo dos seus mandatos à frente da presidência da república, desbancando os intelectuais que por ali passaram, Lula foi responsável pela criação de 18 novas universidades federais, a abertura de 173 novos campi universitários e mais de cem Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia.
Aí, olhando para os lados sem sequer compreender a profundidade e o alcance da providência (porque estudaram pouco e leem nada), os brutamontes da extrema-direita dão de ombros e, ruminando algum impropério aos progressistas e humanistas, perguntam: ‘estudar? Para quê?’.
Ao que os mais antigos responderiam: ‘para nada, Pedro Bó’.
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