Assim como os demais senhores que comandam os Estados Unidos, Donald Trump é bilionário, com lugar reconhecido e destacado na revista Forbes.
Considerando o estranho conceito que as super elites têm do Estado – elas falam em ‘Estado mínimo’ (para atender as necessidades dos pobres), mas costumam viver à sua sombra (os principais clientes das maiores corporações mundiais é justamente o Estado) -, nunca se vai saber se os bilionários de Donald Trump estão no governo porque são bilionários ou se são bilionários porque (de alguma forma) estão no governo.
O fato é que, governando com os ricos e para os ricos, Donald Trump cultiva um portfólio intelectual que prestigia a geração de negócios bilionários e procura fazer a alegria dos bilionários.
Vale dizer que nem sempre ele agrada a todos, como bem demonstrou a saída de Elon Musk do seu governo. Mas, ninguém vai por acusá-lo de pelo menos não ter tentado criar os negócios que tanto agradam aos bilionários.
Agora, por exemplo, pediu autorização do Capitólio para a emissão de mais US$ 200 bilhões para torrar na guerra que inventou contra o Irã.
Assim, tomando a guerra como uma ‘oportunidade de negócios’, além de desviar a atenção da opinião pública do seu envolvimento com pedofilia, Donald Trump segue distribuindo dinheiro publico com a nata da elite econômica dos Estados Unidos, cujos interesses passam necessariamente pela indústria armamentista.
Seguramente, este tipo de situação não pensada quando alguém disse que os Estados Unidos eram um modelo a ser seguido pelos democratas de todo o mundo.
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