Hoje, como vem ocorrendo desde 2024, marcando a passagem do Oito de Janeiro (referido pela ministra a Carmen Lúcia como o ‘Dia da Infâmia’), nas principais cidades do País, serão realizados atos em defesa da Democracia – um gesto necessário, não só como demonstração do apreço do povo brasileiro pela Democracia, mas, também, como lembrete da vigilância que deve ser mantida sobre aqueles que tentam naturalizar o golpismo como forma de pensamento e de acesso ao poder.
Este ano, as comemorações do Dia da Democracia têm um sabor especial, pois, por toda a parte, se vê o ressurgimento do germe do golpismo, a reorganização dos grupos golpistas e, ainda – como deixaram claro os ataques militares à Venezuela e o sequestro do presidente Nicolas Maduro pelos Estados Unidos – o avanço do desrespeito às leis e o uso da violência como método de ação política.
Nesta perspectiva, levando em consideração especialmente o perigos que, com intensidade crescente nos últimos dias, rondam a Democracia (e, quase que por consequência, a Soberania), além da eloquência suficiente para serem ouvidos por todos, os atos precisam reafirmar o repúdio da sociedade brasileira a qualquer iniciativa que aponte anistia ou o abrandamento das penas impostas aos bandidos envolvidos em tentativas de golpe.
Assim, a sociedade brasileira espera que o presidente Lula aproveite a ocasião para vetar o PL da Anistia (chamada pela extrema-direita de PL da Dosimetria) e que o mundo ouça o grito ‘Viva a Democracia!’
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