Sábado, 18 de julho de 2026
Por estes dias veio a público uma sugestiva fotografia na qual aparecem o senador e candidato presidencial da extrema-direita Flávio Bolsonaro com o sicário Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, homem que fazia o serviço sujo para o bandidão Daniel Vorcaro (mermão de Flávio), preventivamente suicidado quando da prisão do patrão.
Assim como costuma fazer diante das provas do seu envolvimento com o crime e com criminosos (como fez com o matador miliciano Adriano da Nóbrega, ex-capitão do BOPE, por ele homenageado e depois ‘estancado’) o filho 01 de Jair Bolsonaro negou a evidência, disse jamais ter conhecido qualquer sicário ou pistoleiro, insinuou que a foto era produto de Inteligência Artificial e estar sendo vítima de perseguição política.
Coisa de artista bandido.
Pouco a pouco, no entanto, para tristeza de Flávio Bolsonaro, veio a tona que a fotografia fora colhida no terraço do Hotel Fasano, na praia de Ipanema, no Rio de Janeiro, por ocasião de uma festinha de mafiosos.
A foto de Flávio Bolsonaro com Luiz Phillipi não é mais grave do que aquelas nas quais aparece ao lados dos parceiros Fabrício Queiroz, Adriano da Nóbrega, Rodrigo Bacellar, Daniel Vorcaro, Adilsinho, Cláudio Castro, Márcio Canella e tantos outros assassinos, corruptos, ladrões e meliantes de todas as espécies.
Diz o velho adágio popular: ‘diz com quem andas que eu te direi quem és’.
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