6ª feira, 17 de julho de 2026
Certa vez, do alto da experiência de quase três mandatos na presidência da república, rebatendo a frágil acusação de que sua administração ‘gasta demais’, reiterando que sua opção é reduzir o nível de pobreza do País, Lula explicou que governar para pobres é caro – ‘ao contrário dos ricos, que não precisam da ajuda do governo para quase nada, os pobres não têm nada e precisam do governo para quase tudo’, esclareceu o presidente.
Naturalmente, motivado pelo Egoísmo que justifica seu preconceito, suas opções eleitorais e políticas, as elites não aceitam as prioridades do governo Lula e insistem no ‘cada-um-por-si’ preconizado pelo Liberalismo e defendem o abandono dos pobres à própria sorte.
Neste embalo, a nata das elites econômicas compreendem as falhas morais de Flávio Bolsonaro e, de bom grado, abraçam a causa do MAGA (Make América Great Again) liderada por Donald Trump e, claro, erguem trincheiras contra a Política Econômica do governo Lula.
Agora, por exemplo, diante do tariflávio, apesar de ver a indústria paulista sangrando, ao invés de defender uma reação patriótica e nacionalista, alguns setores da FIESP preferem o discurso colaboracionista e entreguista de culpar a altivez do governo Lula pela agressão estadunidense ao Brasil.
Antes que posição antinacional destes paulistas prosperasse junto a outros seguimentos da economia brasileira, o ministro da fazenda Dario Durigan se apressou em avisar que “a política econômica do Brasil não existe para atender às prioridades de autoridades estrangeiras. Existe para gerar emprego, controlar a inflação, reduzir desigualdades e melhorar a vida dos brasileiros”.
Infelizmente, ainda tem gente que prefere padecer o tariflávio do que ver os pobres brasileiros melhorarem de vida.
Este tipo de preferência explica a coprofagia…
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