O colaboracionismo é uma chaga que vitima Povos de todas as partes do planeta, pois, ao contrário do patriotismo (que é um sentimento próprio das coletividades, [o colaboracionismo] é uma fraqueza pessoal.
Assim, por toda a história são registrados caso de traição e de colaboração com o inimigo e algoz da coletividade. Por estes dias – um momento no qual os brasileiros estão estarrecidos com as atitudes de submissão do clã Bolsonaro e seus seguidores e admiradores diante das agressões feitas pelos Estados Unidos ao Brasil -, muitos casos de extrema subserviência vêm ocorrendo pelo mundo.
Ontem, por exemplo, o Senado do México foi palco de uma vassalagem horrorosa. Imagine que, no afã de explicar as motivações e defender a arrogância e as ameaças do Tio Sam contra os países localizados na área do Caribe (incluindo o seu próprio), alegando um hipotético perigo representado pelos cartéis narcotraficantes que atuariam na região, o senador babaovo Alejandro Moreno defendeu ardorosamente a intervenção militar dos Estados Unidos, inclusive no México, chegando a agredir fisicamente o senador nacionalista e líder governista Gerardo Fernández Noroña, que, de forma altiva, demonstrou resistência às vontades da Casa Branca.
O complexo de capacho atinge vira-latas ávidos por demonstrar submissão aos mais poderosos.
Não é sem razão, portanto, que, neste momento, tantos se apresentem como voluntários para lançar a cabeça de ponte convenientes às investidas dos Estados Unidos contra a soberania de todos os países.
Se quiserem manter a altivez e a soberania, os Povos precisam combater os vira-latas movidos pela subserviência aos poderosos.
Esta tralha social precisa ser contida com rigor, caso contrário naufragarão todos os esforços dos Povos para a conquista do seu desenvolvimento.
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