Quem acompanha a política há tempos sabe que, além de nada acontecer sem causa e objetivo, nem tudo é o que parece ser.
Assim, antes da formar opinião é preciso investigar o quê, de fato, está por trás das notícias.
Isto vale para tudo, inclusive para a para a enxurrada de notícias depreciativas ao Supremo Tribunal Federal (STF), como, por exemplo , a ‘denúncia’ do grupo O Globo contra o ministro Alexandre de Moraes – a quem acusa de proteger o Banco Master.
LEMBRANDO OS ACONTECIMENTOS. Na 2ª feira, dia 22 de dezembro de 2025, sem apresentar qualquer prova (depois soube-se que ouvira a informação dos banqueiros Daniel Vorcaro (Master) e André Esteves (BTG) -, a jornalista Malu Gaspar usou sua coluna no jornal ‘O Globo’ para dizer – em clara insinuação de ‘advocacia administrativa’ à margem do contrato firmado pelo escritório de Viviane Barci de Moraes para prestação de serviços ao Banco Master – que o ministro Alexandre de Moraes teria entrado em contato com o presidente do BC Gabriel Galipolo para discutir a venda do Banco Master ao BRB.
Aceso o estopim, a campanha demarrou e, aqui e ali, foram colocadas mais pitadas de pólvora e notinhas soltaram que ‘à surdina banqueiros e autoridades comentam a pressão exercida por Alexandre de Moraes sobre a Polícia Federal’ (o diretor-geral Andrei Rodrigues negou ter recebido qualquer pressão do ministro Alexandre de Moraes sobre as investigações contra o banco Master).
E a campanha seguiu.
Dois dias mais tarde, na 4ª feira, 24 de dezembro, em editorial, ‘O Globo’ afirmou que ‘o STF tem falhado em requisitos essenciais para o funcionamento pleno das instituições republicanas: transparência e prestação regular de contas à sociedade’.
ALERTA. Não há dúvida de que – assim como aconteceu em 2016, sob impulso inicial dos grupos O Globo, Folha de S.Paulo e Estado de S.Paulo – está em curso uma campanha organizada para promover grandes mudanças na dinâmica política do País.
Desta vez, colocando em dúvida sobre a honorabilidade do ministro Alexandre de Moraes, quer desviar a atenção de outros assuntos e enfraquecer o combate ao crime organizado, criando uma cortina de fumaça para salvar gente encastelada na FariaLima, como Daniel Vorcaro e a turma do PCC e do CV.
A CAMPANHA GANHA VIDA PRÓPRIA. Como ocorre com toda campanha organizada, mesmo baseada em disse-me-disse e em boatos já desmentido, a espuma cresceu.
A iniciativa de ‘O Globo’ já começou a surtir efeitos, estimular o efeito manada: o Partido Novo (que integra o aparato politico da grande mídia) já defendeu o impeachment do ministro Alexandre de Moraes e o senador Sérgio Moro aproveitou para dizer que talvez o Brasil precise de uma ‘nova lavajato’, sendo de esperar que o borbulhar cresça.
TODO CUIDADO É POUCO. Por aquilo que já se viu no passado, a campanha contra Alexandre de Moraes ainda vai crescer e, se a sociedade não tiver o cuidado necessário, corre o risco de ver refluir o enfrentamento ao crime organizado no País.
De qualquer forma, vale a regra geral de que ‘uma campanha encabeçada pelos grupos O Globo, Folha de S.Paulo e Estado de S.Paulo não pode estar a serviço de interesses bons para o povo brasileiro.
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