Veja como são as coisas.
Tem um pessoal que, de tão habituado à coprofagia, está atarantado com a ausência de Jair Bolsonaro – o qual, graças a soberania do Supremo Tribunal Federal (STF) foi investigado, indiciado, julgado, condenado e preso por liderar uma tentativa de golpe de Estado no Brasil, devendo passar uma longa temporada fora de circulação.
Pois bem.
Conhecendo bem a incapacidade de pensar e a índole oligofrênica do seu pessoal, os líderes da extrema-direita no Brasil estão pensando em fórmulas capazes de garantir a presença do Capetão na campanha eleitoral que se avizinha.
Nas discussões, aparecem todos os tipos de sugestões – desde aquelas centradas no ‘ele chegará em 72 horas’ até o ‘ele foi convocado para uma reunião com Donald Trump em Washington’, passando pelo ‘ele foi supervisionar a prisão de Lula’.
Tem todos os tipos de sugestões. Até agora, as [sugestões] mais prestigiadas junto aos caciques do bolsonarismo são o uso de um ‘Jair Bolsonaro’ criado por Inteligência Artificial (a proposta enfrenta a dificuldade de ser quase impossível fazer a IA criar um holograma especializado em só dizer grosserias, idiotices e bobagens) e, pasme, o uso de bonecos-Bolsonaro em tamanho real de modo a simular a presença do Capetão.
Alguém dirá: ‘isto é maluquice pura’.
É sim, mas lembre que estes planos são feitos por bolsonaristas para bolsominions.
Com aquela turma tudo é possível.
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