Ao tempo que, em pronunciamento no encerramento do Fórum Empresarial Brasil-Coreia do Sul, o presidente Lula defendeu o fim da escala de trabalho 6×1 porque “o país precisa priorizar a qualidade de vida da população diante das transformações no mundo do trabalho”, a extrema-direita dava demonstrações publicas da sua índole escravocrata e anti-povo.
Com efeito, sem qualquer pudor, os presidentes Valdemar Costa Neto, do Partido Liberal (partido de Bolsonaro), e António Rueda, do partido União Brasil (criado da junção do antigo partido de Bolsonaro, o PSL, com o velho sucessor da ARENA e PFL), declaram abertamente que vão trabalhar pelo sepultamento do projeto-de-lei que põe fim a escala 6 X 1 ainda na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados.
Vale destacar que este movimento escravocrata atende aos interesses das classes patronais retrogradas e, naturalmente, segue a orientação do senador Flávio Bolsonaro, candidato da extrema-direita à presidência da república.
Na realidade, pela vontade da turma do Bolsonaro, ao invés de discutir o fim da jornada 6 x 1, o Congresso Nacional estaria discutindo a revogação da Lei Áurea.
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