Todo mundo sabe que o Tio Sam não é coisa que preste.
Acontece que, às vezes, ele consegue ser pior, extrapolando o quadro geral de ruindade.
Nestes últimos tempos, por exemplo, graças à presença de Donald Trump na Casa Branca, o Tio Sam perdeu completamente a compustura e, sem qualquer recato, está se mostrando ao mundo como de fato é – um ser perverso, bandido, ladrão, assassino, arrogante, egoísta, de fúria incontrolável, sem qualquer respeito às leis, mal vizinho, mau caráter, interesseiro, mal educado, truculento e ‘otras cositas mas’.
Imagine que, agora – ao tempo que se associa ao Holocausto promovido pela turma de Benjamin Netanyahu contra a população palestina confinada em Gaza, mantém em cárcere privado o presidente venezuelano Nicolas Maduro por ele sequestrado em Caracas, ameaça os dinamarqueses de espoliação do território da Goenlandia, impõe ao mundo abusivos preços de petróleo, mantendo viva a lembrança do brutal assassinato do aiatolá Ali Khamenei -, os Estados Unidos vêm impondo o lento assassinato do povo cubano, sem poupar mulheres, homens, adolescentes, crianças, bebês de colo, gestantes, velhos, incapazes.
Aliás, ontem, 16/03/20206, em função do cruel garrote econômico e político aplicado a Cuba pelos Estados Unidos, houve o colapso do sistema de energia elétrica do país, levando o caos à vida de 10 milhões de pessoas e provocando a morte de centena de enfermos cuja vida dependia de aparelhos.
Enquanto isso, não demonstrando qualquer consciência sobre a consequência dos seus atos, falando na Casa Branca em tom de júbilo, Donald Trump abriu um sorriso misterioso para dizer acreditar que terá “a honra de tomar Cuba”, acrescentando arrogantemente que poderia fazer o que quisesse com a ilha.
Além de detestável, aquilo que os Estados Unidos vem fazendo com o povo de Cuba é criminoso.
A bem da verdade, da mesma forma que não se pode tirar razão da Assembleia dos Peritos, que sentenciou Donald Trump à morte pelo assassinato do aiatolá Ali Khamenei, não se poderia condenar um santero que pretenda evocar as força da Regla de Ocha para jogar uma maldição contra ele.
O galego merece (que o diga as meninas estupradas nas festinhas de Jeffrey Epstein
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