Não se pode calcular os custos – financeiros, econômicos, sociais e, sobretudo, políticos – da campanha lesa-pátria levada adiante nos Estados Unidos pelo clã Bolsonaro sob a liderança do 03 Eduardo.
De qualquer forma, apenas para dar ideia da grandeza monetária do crime, observe o volume financeiro (considerado tímido pelos observadores do setor) previsto no Plano Brasil Soberano – o conjunto de medidas apresentado pelo governo Lula para mitigar os prejuízos decorrentes do tarifaço imposto por Donald Trump às exportações brasileiras para os Estados Unidos.
A medida provisória prevê socorro de R$ 30 bilhões às empresas que perderam competitividade no mercado externo.
Colocado desta forma, não há indicador sobre o significado financeiro da alocação feita pelo governo Lula para minimizar os prejuízos provocados pela ação do traidor Eduardo Bolsonaro.
À guisa de referência, vale a informação de que, em julho, o investimento feito pelo governo Lula para atender 19,6 milhões de famílias miseráveis no programa ‘Bolsa Família’ foi de apenas R$ 13,1 bilhões – ou seja, financeiramente, a traição de Eduardo Bolsonaro custa mais do que o dobro do investimento feito para atender cerca de 100 milhões de brasileiros empobrecidos pelo capitalismo liberal.
Na realidade, o prejuízo financeiro provocado por Eduardo Bolsonaro é muito pequeno diante dos outros decorrentes da sua traição.
Aliás, se Eduardo Bolsonaro tivesse feito com os Estados Unidos aquilo que vem fazendo contra o Brasil, já estaria preso, recolhido a uma cela no corredor da morte de SingSinng, aguardando o momento de receber a injeção letal aplicada pelo carrasco designado pela Casa Branca.
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