O despreparo político das xurebas e dos ‘pobres-de-direita’ é impressionante.
Pouco importa a nacionalidade, eles são sempre ignorantes e, por exibicionismo ou por algum tipo de síndrome de Estocolmo, costumam fazer o jogo que interessa ao seu algoz, dando sistemáticos ‘tiros-no-próprio-pé’.
Veja, por exemplo, o caso dos imigrantes portugueses residentes em Belém do Pará.
Pode parecer surreal, mas, nas eleições presidenciais de Portugal, ocorridas no domingo, dia 08 de fevereiro, a urna colocada no consulado de Belém registrou a vitória do candidato André Ventura por 74% dos votos contra apenas 26% dados ao socialista Antônio Seguro (que, nacionalmente, se elegeu presidente de Portugal com 67% dos votos).
Acontece que, da plataforma de André Ventura, que reapresenta a extrema-direita portuguesa, consta a perseguição aos imigrantes, por ele considerados ‘um dos principais responsáveis pelos males do país”.
Ou seja, se o governo brasileiro fosse exercido por alguém como André Ventura, os portugueses que nele votaram seriam hostilizados apenas por serem imigrantes.
A falta de coerência dos imigrantes que votaram em André Ventura beira a burrice.
Coisa de xureba ou ‘pobre-de-direita’!
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