A cada dia fica mais claro que, apesar de já ter presidido o seu país uma vez, o pedófilo Donald Trump é completamente despreparado para a função a que se propôs e, para felicidade geral, vem encurtando rapidamente os tempos de império que ainda restam aos Estados Unidos.
Nunca se viu tanta besteira juntas – vou anexar a Groelândia e o Panamá, vou suspender o apoio militar à União Europeia, vou decretar guerra comercial ao mundo com a sobretaxação das importações, vou expulsar os imigrantes dos EUA, vou sair da OMS, vou transformar Gaza na Riviera do Oriente Médio sem a presença de palestinos, vou salvar Jair Bolsonaro e prender Alexandre de Moraes, vou invadir a Venezuela e capturar Nicolas Maduro, vou fazer isso, vou fazer aquilo.
Meu Deus! É muita besteira junta.
Nas últimas semanas, insuflado pelo quinta-coluna Eduardo Bolsonaro, o oligarca pedófilo avivou a silhueta do Brasil na alça de mira do Tio Sam e começou a atacar o País.
Depois de anunciar-se partidário da tentativa de golpe do Oito de Janeiro, o pedófilo Donald Trump deu início a um processo de chantagem – sob pena de sobretaxar as importações vindas do Brasil em 50%, exigiu a ‘imediata suspensão’ do julgamento do golpista Jair Bolsonaro.
A investida inicial deu em água, pois, além de o presidente Lula ter mobilizado a opinião pública em favor da soberania do País e o PGR Paulo Gonet ter recomendado a condenação do golpista protegido da Casa Branca, depois de aplicar-lhe uma vergonhosa tornozeleira, o ministro Alexandre de Moraes decretou a sua prisão domiciliar (prisão domiciliar de Jair Bolsonaro).
Confundindo altivez com afronta, o governo Trump bufou de raiva e continuou as agressões – cancelou o visto diplomático dos passaportes do PGR e dos ministros do Supremo Tribunal Federal (poupando sugestivamente os ministros Kássio Nunes Marques, André Mendonça e Luiz Fux), indevidamente aplicou a chamada Lei Magnitsky ao ministro Alexandre de Moraes, distribuiu as ameaças grosseiras ganidas por uns tais Marco Rubio (secretário de Estado), Gabriel Escobar (chefe interino da Embaixada dos EUA em Brasília), Christopher Landau (vice-chefe do Departamento de Estado) e até do obscuro Martin De Luca (advogado pessoal do pedófilo Donald Trump).
Nada disso deu certo – o processo contra Jair Bolsonaro avança normalmente, o Supremo Tribunal Federal avisou sobre a ineficácia das leis norte-americanas em território brasileiro, cresce o prestígio interno e externo do presidente Lula, depois de avisar que não pautará projeto propondo anistia a golpistas, o deputado-presidente Hugo Mota mandou suspender o mandato dos bolsonaristas-baderneiros na Câmara dos Deputados; o senador-presidente Davi Alcolumbre avisou que não pautará qualquer pedido de impeachment contra o ministro Alexandre de Moraes.
Talvez sem perceber a ineficácia dos latidos rosnados com empáfia (como repetia minha sábia mãe ‘os cães ladram e a Caravana passa’), vendo fracassar seu arsenal de tabaquices e, ao mesmo tempo, constatando a solidez do apoio internacional do Brasil, o Tio Sam sem encheu de comichões associadas à sensação de completa impotência.
Agora, a Casa Branca está lançando uma cartada que pensa decisiva – ao tempo que anuncia uma nova doutrina de dominação baseada no combate ao narcotráfico, propõe uma trégua ao Brasil desde que receba a cabeça de Alexandre de Moraes como troféu de consolação.
Isto também vai dar em NADA, pois, desde sempre, aprendemos que “ninguém solta a mão de ninguém’.
Quando muito, a Casa Branca vai receber um punhado das jabuticabas colhidas por Lula nos bosques do Palácio da Alvorada.
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