As elites não sabem mais o quê fazer.
Usaram seus principais porta-vozes – as mídias ligadas ou controladas pelos grupos O Globo, Estado de S.Paulo e Folha de S.Paulo – para omitir os feitos do governo federal e destacar as insatisfações das pessoas, responsabilizando Lula por todos os males que acometem o Brasil e os brasileiros, inflaram o eventual prestígio de Tarcísio de Freitas; testaram outros nomes da Direita (Ratinho Jr. Romeu Zema, Eduardo Leite).
Mentiram, criaram crises, fizeram de tudo.
Mesmo assim não conseguiram arranhar o prestígio popular de Lula, que continua imbatível nas pesquisas de opinião pública e de intenção de voto.
A situação enlouquece as elites. Hoje, já captando o sentimento decorrente das agressões do governo dos Estados Unidos ao Brasil, a traição lesa-pátria de Eduardo Bolsonaro e o vira-latismo colaboracionista da extrema-direita direita, a pesquisa feita pelo Instituto Quaest por encomenda da Genial Investimentos, confirmou os temores das elites.
Na realidade, o resultado não surpreendeu ninguém e confirma aquilo que todos já sabem: Lula é o preferido da população brasileira. Segundo a pesquisa, num eventual 2º turno da eleição presidencial, Lula bateria com facilidade qualquer adversários (a Quaest testou panoramas envolvendo Tarcísio de Freitas, Jair Bolsonaro (que está inelegível), Eduardo Bolsonaro (que está prestes a perder o mandato de deputado federal e ser condenado por alta traição ao País), Romeu Zema, Ronaldo Caiado, Eduardo Leite e Michelle Bolsonaro).
Segundo analistas isentos e experientes, ainda está por nascer alguém capaz de derrotar Lula numa eleição para presidência do Brasil.
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